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sexta-feira, 18 de abril de 2008

Trinca em vidro interrompe vôo da TAM

11 de outubro de 2001

Chuva de granizo teria provocado o problema em avião que seguia de São Paulo a Belo Horizonte. Não houve feridos.

Um avião da TAM, modelo Airbus A320, teve parte do vidro da cabine trincado ontem à tarde, durante um vôo de São Paulo a Belo Horizonte. Segundo a companhia, a aeronave foi atingida por uma forte chuva de granizo e teve que interromper a viagem, retornando ao aeroporto de Congonhas, na capital paulista.

A fissura aconteceu em uma das três camadas que formam a estrutura do vidro frontal. A TAM diz que ela foi provocada pelo granizo, quando a aeronave estava a 3.000 metros de altura e ainda permanecia em procedimento de subida. Não houve feridos.

O vôo 3210 havia saído de São Paulo às 15h15 em direção ao aeroporto da Pampulha, em Minas Gerais, levando 54 passageiros. O piloto do avião pousou novamente em Congonhas mais de meia hora depois, às 15h48.

A empresa afirma que a aeronave ainda não estava na metade do caminho e que esse intervalo de tempo a partir da decolagem se deu principalmente por causa do tráfego aéreo para pousos no aeroporto paulista. Apesar do incidente, esse procedimento não chegou a ser considerado forçado nem de emergência.

Como só houve fissura em uma das três camadas de vidro, a cabine também não teve despressurização (falta de pressão adequada para que todos respirem normalmente). Os 54 passageiros que estavam no avião foram acomodados em outros vôos durante a tarde de ontem, segundo a TAM.

Histórico

O avião Airbus A320 é um modelo novo da TAM para vôos domésticos. Ele passou a integrar a frota da companhia aérea somente no ano passado. A empresa diz que nunca havia registrado incidentes envolvendo fissuras no vidro da cabine.

A TAM teve vários acidentes aéreos nos últimos anos com seu modelo Fokker-100. O último deles aconteceu no último dia 15, em Belo Horizonte, quando uma hélice da turbina se desprendeu, atingiu a fuselagem, quebrou uma janela e provocou a morte da passageira Marlene Aparecida Sebastião dos Santos, 48.

O vôo era fretado pela agência turística CVC e havia decolado de Recife com destino ao aeroporto de Congonhas, levando 82 passageiros. O DAC (Departamento de Aviação Civil) ainda está investigando os motivos que levaram ao desprendimento da hélice.

O mais grave acidente aéreo com aviões da TAM aconteceu em 31 de outubro de 1996, quando um Fokker-100 que iria de São Paulo ao Rio de Janeiro caiu perto do aeroporto de Congonhas, logo após a decolagem. O acidente deixou 99 pessoas mortas e atingiu dez carros, dois prédios e sete casas da região.

Fonte: Folha de S.Paulo

Mulher morre após pane em avião da TAM

Uma passageira morreu após um problema ainda não identificado em um dos motores de um Fokker 100 da TAM ter provocado o rompimento da fuselagem e a despressurização do avião. A aeronave fez um pouso forçado anteontem à noite, em Belo Horizonte (MG).

Outras três pessoas ficaram feridas levemente, segundo a assessoria de imprensa da empresa aérea. O vôo 9755, fretado pela agência turística CVC, havia decolado às 18h27 de Recife (PE) com destino ao aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e escala em Campinas (SP), levando 82 passageiros.

Quando sobrevoava Minas Gerais, uma peça se desprendeu da turbina direita, a cerca de 30 mil pés (9.144 m) de altura, atingindo a janela da poltrona 19E, o que causou a despressurização e a morte da passageira que ocupava o assento, Marlene Aparecida Sebastião dos Santos, 48, de Jacareí (75 km de São Paulo).


Como foi (clique na imagem para ampliá-la - Arquivo .pdf)

Pouso de emergência

De acordo com a Infraero (Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária), a torre de comando do aeroporto de Confins recebeu um pedido de pouso de emergência às 20h30. Às 20h41 a aeronave pilotada pelo comandante Marcelo Seda pousou. A equipe de bombeiros e de socorristas do aeroporto foi acionada para dar assistência aos passageiros que, segundo a Infraero, desembarcaram em pânico da aeronave.

Havia muito sangue e objetos espalhados na cabine de passageiros, segundo testemunhas. Até a noite de ontem, a TAM não sabia precisar se o objeto atingiu a passageira ou se ela morreu exclusivamente em conseqüência da mudança de pressão.

Segundo o IML (Instituto Médico Legal) de Belo Horizonte, Marlene foi vítima de traumatismo craniano.

Segundo a companhia, além dos 82 passageiros havia quatro comissárias de bordo e dois pilotos no vôo 9755. O aeroporto de Confins ficou fechado para pousos e decolagens por quase duas horas após o pouso de emergência. Todas as pessoas que estavam na aeronave, segundo a TAM, passaram a madrugada de domingo em hotéis de Belo Horizonte e tiveram médicos e psicólogos à disposição.

Ontem, às 8h44, o vôo 3201 da TAM pousou em Congonhas, em São Paulo, com 54 passageiros que estavam na aeronave com problemas. Outras 15 pessoas chegaram no vôo 3205, que decolou às 10h50 de Belo Horizonte, chegando a São Paulo às 11h55. Os demais passageiros não quiseram retornar a São Paulo de avião. A TAM providenciou transporte terrestre para que eles chegassem a Congonhas.

O corpo de Marlene dos Santos saiu de Belo Horizonte às 16h40 com destino ao aeroporto de São José dos Campos. O avião chegou por volta de 18h. O corpo foi para o velório Campo Santo, em Jacareí. O enterro será hoje, no cemitério Municipal Avareí.

Aeronave

A TAM, em nota oficial, informou que o Fokker acidentado foi fabricado em 1994, tinha apenas sete anos de uso e foi comprado diretamente do fabricante. Ainda segundo a nota, o motor Rolls Royce foi revisado pelo fabricante recentemente e a última revisão do avião foi feita em agosto último, o que a deixa "em dia com seu plano de manutenção". A assessoria de imprensa da TAM informou que não vai se pronunciar sobre detalhes do acidente até a conclusão de um laudo pela Aeronáutica. A empresa vai acionar a Rolls-Royce para ajudar nas investigações.

Fonte: Folha de S.Paulo

Avião da TAM derrapa e sai da pista ao pousar


18 de novembro de 1999

Um Fokker-100 da TAM, de prefixo PT-MQL, derrapou às 8h44 ao aterrissar no aeroporto Santos Dumont, no centro do Rio. No pouso, a aeronave derrapou na pista e foi parar no gramado ao lado, a cerca de 100 m da baía da Guanabara, onde estacionou com a asa esquerda encostada no chão e o trem de pouso traseiro do mesmo lado quebrado. Não houve feridos.

O vôo 904, que saiu de São Paulo às 7h50, transcorreu normalmente, segundo os passageiros, até a aterrissagem.Segundo o DAC (Departamento de Aviação Civil), órgão fiscalizador do setor, havia 106 pessoas a bordo - 101 passageiros e 5 tripulantes. A TAM informou que os passageiros eram 107.

O DAC classificou o episódio de "incidente grave" e informou que não há registros anteriores sobre incidentes ou acidentes com a mesma aeronave. Em nota oficial divulgada na tarde de ontem, o DAC diz que "houve fratura do trem de pouso esquerdo, seguida de perda do controle direcional da aeronave e a conseqüente saída da pista pela lateral esquerda". A perícia sobre os motivos do incidente está sendo conduzida pela Divisão de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, do DAC, e pela empresa.

Os passageiros desembarcaram do avião com o auxílio da equipe de emergência do Santos Dumont, composta por 80 pessoas, incluindo bombeiros. Dois ou três passageiros saíram pela porta emergencial traseira, segundo a TAM. Alguns passageiros estranharam o fato de não ter sido usado escorregador para descer do avião, mas a TAM informou que a aeronave estava fora de perigo.

Os passageiros criticaram o atendimento em terra por parte da TAM e a demora na liberação da bagagem, que só saiu do avião por volta das 12h. Segundo a empresa, as bagagens não puderam ser retiradas antes porque a porta de acesso ao compartimento estava encostada no chão.

Passageiro demora para sair do avião

Depois da parada total do avião, os passageiros do Fokker-100 acidentado no aeroporto Santos Dumont contaram ter esperado cerca de dez minutos para sair da aeronave.

"Para quem está lá dentro, é uma eternidade", disse o engenheiro Evaldo Nunes David, 44, que estava com três colegas de trabalho da CPTM, empresa de transporte público de São Paulo. Os executivos vieram para uma reunião de negócios no Rio.

David teve de ser carregado pelos bombeiros para sair do avião porque a porta traseira por onde desembarcou estava muito alta para alcançar a escada, já que a aeronave estava tombada.

Seu colega de trabalho, o engenheiro eletrônico Osvaldo Pazzianotto, 41, disse ter ouvido um barulho muito forte assim que o trem de pouso tocou o chão. "As pessoas começaram a ficar assustadas, mas parou muito rápido.

"Segundo relato dos passageiros, não houve pânico, mas um clima tenso e de ansiedade. "Para sair, foi um sufoco porque ficamos com medo da possibilidade de explodir", disse Pazzianotto.

Ele considerou falha a atuação do pessoal de bordo e registrou formalmente sua queixa no DAC. "Ninguém falava nada. O comandante deu um só aviso, pelo sistema de som, e disse que estava tudo bem, muito ofegante, mostrando nervosismo, enquanto todo mundo pedia para abrir as portas de emergência."

Alceu Segamarchi, 41, também funcionário da CPTM, acredita que o piloto calculou mal a aproximação do solo. "O comandante mandou a gente ficar no avião. Não sei se esse é o procedimento certo, mas, para quem estava lá dentro, o melhor era sair correndo", disse.

Ele também reclamou da demora do atendimento do pessoal de bordo e estuda a hipótese de acionar judicialmente a TAM. Segamarchi contou que já imaginava uma aterrissagem dentro da baía. "Eu já estava me preparando para sair do avião nadando."

Segundo a TAM, o procedimento da tripulação foi correto.

Comentário: Claro, a TAM é perfeita, não falha nunca.

Fonte: Folha de S.Paulo - Foto: Site Airliners

Veja o histórico da aeronave:

PT-MQL - FOKKER F-28-0100 (11394)

Prefixo Operador DD
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PH-KXI FOKKER
B-2233 CHINA EASTERN AIRLINES 11.1992
PT-MQL TAM 10.1998
EP-CFM CHABAHAR AIRLINES
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Um corpo que cai

9 de julho de 1997

Explosão a 2.400 metros de altitude abre um buraco em avião da TAM e joga passageiro para fora. Suspeita de bomba revela a insegurança dos aeroportos brasileiros

Na quarta-feira 9, o engenheiro Fernando Caldeira de Moura Campos, 38 anos, deixou sua casa, num condomínio em São José dos Campos (SP), antes das 7h. Se despediu da mulher, Selma, das filhas Melina, 8 anos, e Amanda, 6 anos, e recomendou a elas que preparassem as malas para a viagem que fariam no dia seguinte à Fortaleza (CE). Campos passou rapidamente em sua empresa, a Amix Comércio e Integração de Sistemas Computacionais, deixou alguns papéis e seguiu para o aeroporto.

Às 8h30 embarcou no Fokker 100 PT-WHK, da TAM, com destino a São Paulo. No balcão do aeroporto, escolheu o assento 7C. Já no avião, porém, Campos encontrou uma família sentada na fileira sete e preferiu se instalar na poltrona 18E, na janela. Às 8h52 uma explosão acabou com os planos da família Campos, feriu sete pessoas, traumatizou os demais passageiros e tripulantes do vôo 283 e colocou novamente em xeque a credibilidade da TAM, a empresa que opera em maior número de cidades no País (109), teve lucro de US$ 56 milhões em 1996 e 13 dias antes do acidente recebeu o título "Empresa do Ano", concedido pela revista Exame.

O avião estava a 2.400 metros de altitude e a cerca de 500 km/h quando ocorreu a explosão que abriu um buraco com cerca de 1,5 metro de altura e 2,5 metros de largura na lateral direita do avião. O engenheiro Campos e três poltronas foram lançados para fora. "Foi um barulho enorme. Uma ventania danada, cheiro de pólvora e um monte de coisas voando em nossas cabeças. Algumas pessoas tinham sangue no rosto e todos gritavam", disse a comerciante Amélia Rosa da Silva. Ela e a filha Kelly, de 16 anos, embarcaram no vôo 283 em Vitória (ES). "Tinha certeza que iria morrer e me agarrei em minha mãe", lembra a garota, que ocupava a poltrona 5E.

O clima de pânico durou 11 minutos, até que o comandante Humberto Angel Scarel conseguisse pousar no Aeroporto de Congonhas. "A comissária Marta mandou que todos tirassem jóias e bijuterias para evitar ferimentos e começou a rezar", lembra o comerciante Eloir Cavati Filho, que viajava na poltrona 4E. Às 9h03, o avião aterrissou. "Quando o comandante abriu a porta e viu como estava o avião, deu uma bronca na comissária, pois não sabia que havia o buraco", diz Amélia.

Até então, ninguém sabia que o engenheiro Campos havia sido lançado para o ar. A própria direção da TAM só ficou sabendo às 9h50, pela Polícia Militar. Segundo os peritos do Instituto de Criminalística de São Paulo, durante a queda o corpo do engenheiro atingiu uma velocidade aproximada de 200 km/h. Quando chegou ao chão, em uma área rural do município de Suzano (SP), sofreu um impacto semelhante ao de um automóvel que a 100 km/h choca-se contra uma barreira de concreto. "Ouvi duas explosões, olhei para cima e não vi nada. De repente, alguma coisa passou na minha frente feito um foguete. Nunca imaginei que fosse uma pessoa", afirma a agricultora Maria Aparecida da Costa, a primeira a encontrar o corpo de Campos, próximo a uma plantação de nabos.

Fonte: Revista Isto É

Veja o histórico da aeronave:

PT-WHK - FOKKER F-28-0100 (11452)

Prefixo Operador DD
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PH-EZU FOKKER
PT-MCN TABA
PH-RRN FOKKER
PT-WHK TAM 19.01.1996
PH-RRN FOKKER
EC-IVO GEA AVIATION 01.2004
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09/07/2007

Dez anos depois, explosão em avião da TAM continua sem solução

Há uma década, uma pessoa morreu ao ser ejetada da aeronave; 57 sobreviveram.
Principal suspeito foi atropelado dois dias após incidente e não pôde responder processo.

Apontado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público como principal suspeito pela explosão de um Fokker-100 da TAM há uma década, em 9 de julho de 1997, o professor Leonardo Teodoro de Castro vive hoje com uma irmã na tranqüila cidade de Divinópolis (MG).

De acordo com seu advogado, ele está "em estado de quase demência". O professor foi considerado incapaz de responder à Justiça se foi responsável pelo artefato que, ao explodir, arrancou parte da fuselagem do avião. No acidente, ocorrido durante o vôo que seguia de São Paulo para São José dos Campos, o engenheiro Fernando Caldeira de Moura Campos, de 38 anos, foi ejetado da aeronave.

O corpo de Fernando caiu em uma propriedade agrícola em Suzano, na Grande São Paulo. Castro foi denunciado por um homicídio, 58 tentativas e por atentado contra a segurança aérea.

Três dias depois de sobreviver à explosão, Castro foi atropelado por um ônibus, na Avenida Santo Amaro, na Zona Sul de São Paulo. Sobre a acusação de tentativa de homicídio, seu advogado apresentou o relato de uma das vítimas, segundo a qual ele espalmou as mãos contra a carroceria do veículo, numa clara tentativa de sobreviver ao atropelamento. O estado quase vegetativo de Castro congelou o processo.

"Ele passou quase um ano na UTI do Hospital São Paulo. Perdeu uma quantidade substancial de massa encefálica e, por isso, ficou em um estado de quase demência”, diz seu advogado, Tales Castelo Branco.

Com base no estado de saúde do paciente, Castelo Branco solicitou e conseguiu a suspensão do processo por período indefinido, embora Castro seja obrigado a fazer exames a cada dois anos para ver se ele retorna à sua atividade mental. “Se retornar, ele responde ao júri, se não retornar, o processo continua suspenso. Mas o estado dele é irrecuperável", afirma o advogado.

O G1 localizou Castro por telefone em Divinópolis, mas a prima dele disse que não queria dar entrevista. De acordo com o advogado, a fala de Castro é incompreensível.

Para Castelo Branco, o acidente com seu cliente "foi uma infelicidade muito grande porque impediu que ele mesmo prove sua inocência." A Justiça chegou a decretar a prisão preventiva de Castro, revogada antes mesmo do julgamento de um recurso (habeas corpus) ser apresentado por Castelo Branco.

No habeas corpus, o advogado afirma que não foram encontradas provas contra seu cliente e que o professor Castro não tentava suicídio quando foi atropelado pelo ônibus.

Artigos

Freqüentador da Igreja Cristã Evangélica de São José dos Campos, onde o engenheiro Fernando Caldeira de Moura era diácono, o professor Samuel Mendes escreveu diversos artigos para defender o seu amigo no momento em que especularam sobre a possibilidade Moura ter sido o autor da explosão.

Mendes apresenta o amigo como um homem simples, bem-sucedido, com vida financeira estável, incapaz de colocar bomba em avião. Ele conta que a mulher e as duas filhas do engenheiro, agora adolescentes, comparecem assiduamente às cerimônias da igreja. Selma Paccini, viúva de Fernando, não quis falar com a reportagem.

Para a TAM, que não informou se pagou ou não indenização à família de Moura, o acidente foi provocado “pela explosão de um artefato a bordo, que ficou comprovado ter sido provocado por um ato ilícito.”

Questionada sobre as providências adotadas para evitar novos episódios do mesmo tipo, a companhia informou “que as verificações de bagagens de passageiros são realizadas pelas administradoras de aeroportos.”

A TAM informou também que o Fokker-100 matrícula PT-WHK não está mais em poder da companhia. De acordo com Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronave teve a matrícula cancelada.

Fonte: G1

Avião com destino a S.José cai ao decolar do Santos Dumont

Resgate do avião Cessna que caiu na Baía da Guanabara, com sete ocupantes, a poucos metros da pista do Aeroporto Santos Dumont no Rio de Janeiro

Entre os ocupantes do Cessna 550, estava Hans Donner e sua mulher, a modelo Valéria Valenssa, a mulata Globeleza

O diretor de Arte da TV Globo, Hans Donner, e a mulher dele, a modelo Valéria Valenssa, a mulata Globeleza, escaparam ilesos de um grave acidente na manhã de ontem, quando o jato bimotor no qual se preparavam para viajar para São José dos Campos, caiu a 50 metros da cabeceira norte do Aeroporto Santos Dumont, no centro do Rio.

No jato, que pertence à TAM e estava arrendado à empresa Rianna Tàxi Aéreo, estavam o piloto, co-piloto, o casal e a filha de um dos empreendedores do Shopping Colinas, em São José dos Campos, Priscila Levinson. Donner iria visitar as instalações do shopping e prestar consultoria técnica para sugerir possíveis melhorias na programação e comunicação visual interna e externa do estabelecimento.

O acidente ocorreu às 9h50m, e o avião, um Citation 1 (Cessna 550), prefixo PT-ILJ, série 5000057, fabricado em 1973 e com capacidade para sete pessoas, ainda se preparava para decolar. Ao perceber que o avião embicaria na Baía de Guanabara, o co-piloto Willian Petterson de Lauro abriu a porta e todos conseguiram escapar. Só o co-piloto sofreu cortes profundos na testa. Os tripulantes e passageiros boiaram até serem socorridos por 15 homens em três lanchas da Empresa de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero) e do Grupo de Salvamento Marítimo do Corpo de Bombeiros.

Segundo testemunhas, antes de o avião afundar, numa profundidade de cerca de três metros, o piloto Sérgio Bragança ainda desviou de um posto de gasolina. Os tripulantes e passageiros ainda tentaram se segurar nas asas e na fuselagem do avião. Uma das testemunhas do acidente, Erisvaldo Gonçalves de Araújo, que trabalha na Combraero Ltda., empresa que presta serviços à Petrobrás, viu quando o avião caiu. Ele estava na pista e afirma que o piloto Bragança teria reclamado que o manche travara. De acordo com Araújo, o avião demorou 15 minutos para afundar.

Já o supervisor de segurança da Infraero no Aeroporto Santos Dumont, Ruy Castro Alberto Ribeiro, garante que as vítimas foram socorridas em quatro minutos. Ele afirmou que, antes de cair, o avião já taxiara e havia desenvolvido velocidade pouco acima dos 200 quilômetros por hora. Muito nervosa, a modelo Valéria Valenssa teve uma crise de choro ao ser socorrida elos bombeiros. A tripulação e os passageiros foram levados em uma Kombi para a Fundação Rubem Berta, um posto médico da Varig que mantém convênio com a Infraero. As causas do acidente serão apuradas pela Divisão de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos do Ministério da Aeronáutica.

PERÍCIA - Ontem à tarde, os bombeiros içaram com cabo de aço o avião, cujas peças de comando serão submetidas à perícia - para se verificar se houve falha humana ou mecânica. Segundo a Infraero, não havia o risco de explosão.
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Fonte:
Vale do Paraíba, sexta-feira, 4 de julho de 1997
Copyright © O ValeParaibano 1997

Fokker da TAM sofre despressurização em cabine e é retirado de operação

Após consertado, o avião voltou a apresentar problemas e foi retirado de operação

09 de julho de 1997

O Fokker 27, prefixo PT-LAM, que fazia o vôo 489 entre Uberaba (MG) e Ribeirão Preto (SP), acabou não decolando, segundo a empresa, "por problemas de manutenção".

O problema foi detectado quando o Fokker preparava-se para decolar no aeroporto de Uberaba. O piloto percebeu que um dos equipamentos não estava funcionando e interrompeu o vôo.

Somente às 23 horas o avião teve permissão para decolar, apenas com a tripulação. O superintendente da Infraero em Uberaba, Reginaldo Rodrigues, confirmou o problema. Não soube precisar, mas garantiu que o mesmo foi descoberto no acionamento da decolagem.

"O procedimento foi normal, sem riscos para os passageiros", informou Rodrigues.

Há pouco tempo, o Fokker 27, apresentou problemas e aterrissou de "barriga" no aeroporto de Uberaba. Após o conserto, o avião foi liberado. Este incidente aconteceu dez minutos após a decolagem, obrigando o retorno a Uberaba.

O avião foi definitivamente retirado de operação.

Fontes: ASN / Jornal Vale Paraibano

Veja o histórico da aeronave:

PT-LAM - FOKKER F-27-500F (10539)

Prefixo Operador DD
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PH-EXY FOKKER
VH-EWQ EAST-WEST AIRLINES 02.10.1976
VH-EWQ FOKKER 30.11.1984
PH-JBO FOKKER
PT-LAM TAM 28.11.1986
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Avião da TAM pousa de barriga durante treinamento em Uberaba (MG)

17 de janeiro de 1997

Durante uma arremetida do Fokker 27 Mk 500, prefixo PT-LAM, numa seção de treinamento em Uberaba, o comandante solicitou ao co-piloto (em treinamento) que subisse os flaps. Ele inadvertidamente comandou a alavanca do trem de pouso, fazendo com que o Fokker perdesse o apoio e caísse de barriga na pista, danificando a parte inferior da fuselagem.

Dias depois, um reparo provisório foi feito, porém após a decolagem a cabine foi pressurizada e o reparo não resistiu ao diferencial de pressão. O avião retornou para o pouso, que ocorreu sem maiores danos. No entanto, a recuperação da aeronave foi considerada economicamente inviável. O F-27 foi então definitivamente retirado de operação.

O Fokker 27-500 - PT-LAM

Fonte da informação: Jetsite

Queda de Fokker 100 da TAM deixa 99 mortos

O number one, que matou 99 pessoas

São Paulo, 31 de outubro de 1996, dia das bruxas

Manhã de quinta-feira, o PT-MRK termina sua última viagem na rua Luís Orsini de Castro com 22 imóveis destruídos e pelo menos 98 mortos, na maior tragédia da aviação paulista

Pintado de azul escuro, com a inscrição "number 1", o Fokker 100, prefixo PT-MRK, da TAM, taxiou pela pista 17 R do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Eram 8 horas e 26 minutos da quinta-feira, 31 de outubro.

A bordo, o plano do vôo 402 indicava que o avião deveria chegar à cabeceira dos 1.800 metros de pista, a mais de 33 metros de altura. Acelerando em linha reta, o piloto José Antônio Moreno, 35 anos de idade e nove mil horas de vôo, ganharia pelo menos 165 metros de altura quando, então, faria uma curva à esquerda. Seria o caminho certo para levar 90 passageiros e outros cinco tripulantes ao Rio de Janeiro.

Passados menos de 30 segundos do início da decolagem, o mecânico Antônio Bueno ouviu um barulho estranho. De dentro de um hangar da Líder Táxi-Aéreo, localizado próximo à cabeceira 35, ele se virou. Sabia que era o barulho do reverso, o movimento que inverte o fluxo do ar e abre a parte traseira da turbina em forma de concha para auxiliar a frenagem na hora do pouso. "Quando eu ouvi o barulho, olhei e vi a concha se abrindo, e outra vez e outra vez. Corri com outros colegas para o meio da pista e vimos o avião caindo", contou ele a ISTOÉ.

O Fokker não conseguiu ultrapassar os programados 33 metros de altura. Segundo registraram os radares do Centro Integrado de Defesa Aérea (Cindacta) e Controle do Tráfego Aéreo, sua velocidade batia em 300 quilômetros por hora.

Tinha os tanques cheios de querosene e viajava com apenas 18 lugares vazios. Despregado do chão, balançou para a direita. "O avião não conseguiu voar", afirma uma fonte da Aeronáutica. No jargão dos pilotos, isto significa que a aeronave teve problema de motor, como diz Bueno, ou de comando. O comandante Moreno tinha três mil horas de vôo em Fokker 100. O co-piloto Ricardo Luís Gomes Martins, 27 anos, tinha quatro mil horas de vôo, 160 delas em Fokker 100.

Cerca de 30 segundos após a decolagem, a dois quilômetros da cabeceira sul de Congonhas, o avião bateu com a asa direita no teto de um edifício de três andares, localizado na Vila Santa Catarina. (na verdade, Jabaquara)

Transformado numa bola de fogo, bateu sucessivamente em outros dois prédios e destruiu totalmente oito casas. Outras 11 foram atingidas por pedaços da fuselagem. Espalhou labaredas, destroços, pânico e mortes na rua Luís Orsini de Castro.

Às 8 horas e 28 minutos dava-se a maior tragédia já registrada no Aeroporto de Congonhas, que com uma média mensal de 350 mil passageiros é o maior terminal doméstico do País e passarela obrigatória de políticos, empresários e artistas da televisão. O vôo 402 não deixou sobreviventes. O PT-MRK matou pelo menos dois moradores.

Até agora, o depoimento de Bueno é a peça mais intrigante da comissão que investiga o desastre. Como mecânico de manutenção dos jatinhos da Líder, ele chegou ao trabalho uma hora antes do acidente. Havia dormido bem e não tem problemas de visão. Coordenada pelo Departamento de Aviação Civil (DAC), a comissão de investigação é formada por representantes de sete instituições, entre elas a Rolls Royce, que fabrica as turbinas do Fokker, e a própria TAM.

As conclusões devem sair no máximo em 90 dias, mas não existem impedimentos para se descobrir os reais motivos da tragédia antes do prazo limite. A torre de controle gravou o último diálogo com o piloto. Além disso, as duas caixas-pretas do avião foram encontradas.

Uma delas, a chamada Voice Recorder, grava as comunicações da tripulação. A outra, a Data Recorder, registra todos os parâmetros do avião: velocidade, altitude, inclinação e aceleração, por exemplo. Antes mesmo que elas fossem abertas, contudo, os militares do DAC ouviram não apenas o depoimento de Bueno como o de outros três mecânicos. Segundo um major que acompanha os trabalhos, todos garantiram ter visto o reverso acionado. Nesse caso, seria preciso esclarecer o que teria acontecido com o piloto ou o equipamento para que a turbina esquerda empurrasse o avião para a frente enquanto a direita o seguraria no movimento restrito à aterrissagem.

"O fato de a turbina ter aberto e fechado três vezes é um indício de interferência eletromagnética", afirma outro oficial da Aeronáutica que também está envolvido na apuração do acidente. A hipótese de que um agente externo tenha contribuído para o desempenho anormal dos equipamentos é reforçada pelos antecedentes do piloto, tido como um dos melhores profissionais da companhia, e da aeronave, que, segundo nota oficial da TAM, jamais registrou qualquer defeito técnico.

"Esse avião havia feito um check-up completo no dia 15 de outubro", afirma o vice-presidente de operações da TAM, Luiz Eduardo Falco Pires Correia. "Estava tudo em ordem."

No dia do acidente, o PT-MRK saiu de Caxias do Sul e passou por Curitiba, antes de pousar em São Paulo. As interferências eletromagnéticas são causadas por ondas emitidas por computadores portáteis, telefones celulares, pagers ou walkman. O uso destes aparelhos a bordo tem sido o principal responsável por pequenas panes registradas em todo o mundo, mas só agora se suspeita que eles possam causar grandes desastres.

As autoridades da área são unânimes em apontar que os laptops e celulares deturpam as medições de altura e de velocidade, indicando para o comandante números que não batem com a realidade.

Há três anos, por exemplo, o piloto de avião de uma grande companhia fretado para levar crianças ao Caribe percebeu que o tanque da aeronave "enchia". Chamou a aeromoça e descobriu que os minigames que entretinham a garotada estava alterando o marcador de combustível.

Segundo três pilotos ouvidos por ISTOÉ, os aparelhos eletrônicos também interfeririam diretamente nos processadores centrais dos computadores de bordo. A cada vôo, os pilotos programam as turbinas, separadamente, para pouso ou decolagem. "É possível que uma interferência de telefone celular acionasse a programação de pouso em uma das turbinas", afirma um dos pilotos.

"Nós sabemos que celulares, computadores e outros aparelhos interferem nos instrumentos de bordo", diz um piloto da própria TAM. "Mas não existe uma lógica de como eles interferem." De acordo com ele, um problema com a magnitude da reversão de uma das turbinas, semelhante ao que, em 1991, derrubou um avião da Lauda Air, em Bangcoc, na Tailândia, só poderia ser solucionado se o avião estivesse acima de 800 metros, em velocidade cruzeiro. "Na decolagem ou no pouso, o piloto não tem tempo de nenhuma reação", explica.

O "número 1", como era conhecido entre os funcionários (apesar da inscrição em inglês), era uma espécie de porta-bandeira da TAM. Ganhara este nome por conta do título de melhor companhia regional de aviação do mundo, conferido no ano passado pela revista Air Transport World, a bíblia da aviação civil.

No momento do acidente, o comandante Rolim Adolfo Amaro, presidente da companhia, estava dentro de um jato Citation, de sua propriedade, em direção a Miami, onde iria fechar novos negócios. Em virtude de uma forte virose que contraiu há poucos dias, ele passou mal e pediu para fazer uma pequena escala no Caribe.

No quarto de um hotel, assistiu à notícia do desastre pela CNN. "Quero que todas as providências sejam tomadas no que diz respeito às famílias das vítimas", recomendou ao entrar em contato com seus auxiliares no Brasil. "É o que temos a fazer diante desta tragédia."

Com novos jatos, todos da Fokker e com menos de três anos de fabricação, a TAM cresceu nos últimos tempos graças ao sucesso de seu serviço - que inclui salas de espera com pianista e um balcão de sucos, frutas, salgadinhos e café -, e especialmente aos vôos centro-a-centro.

Em cidades como São Paulo, Rio e Belo Horizonte, por exemplo, eles economizam até uma hora em viagens de carro até os aeroportos internacionais. A cada mês, os aviões da empresa transportam 400 mil passageiros.

Criada há 75 anos, a Transportes Aéreos Marília tinha dado há três meses o seu mais ambicioso salto: comprou as Linhas Aéreas Paraguaias, trocou seu nome para Transportes Aéreos do Mercosul e deu o primeiro passo para se tornar uma companhia internacional. Neste ano, suas ações se valorizaram em mais de 100% e o faturamento quase dobrou, gerando irritação na concorrência.

A empresa garante que neste ano recebeu pelo menos três telefonemas anônimos com ameaças de bomba: em Uberaba, Uberlândia e Brasília. Na quinta-feira, após o acidente, a companhia teria recebido um quarto telefonema, desta vez em São Paulo, com uma ameaça mais ampla: "O acidente de hoje é o começo do fim da TAM." Até a madrugada de sexta-feira, a empresa não havia informado o fato ao delegado Romeu Tuma Júnior, que preside o inquérito policial sobre o acidente.

A elucidação do desastre não é fundamental apenas para a sobrevivência da empresa. Se o relatório final chegar à conclusão de que 98 pessoas, pelo menos, morreram por causa de uma pane causada por aparelho eletrônico, a segurança dos vôos exigirá medidas que devem ir além dos atuais pedidos para se evitar o uso de celulares e computadores portáteis a bordo das aeronaves.

Fonte: A HISTÓRIA REAL DO ACIDENTE COM O FOKKER 100 DA TAM EM 1996 - VÔO 402 - Foto: Rémi Dallot

Mais sobre essa tragédia:




A cobertura completa da tragédia você encontra AQUI.

Cessna da TAM pega fogo após aterrissar

26 de agosto de 1993

Um avião Cessna 208A Caravan I da TAM (Transportes Aéreos Meridionais), prefixo PT-OGN, pegou fogo após aterrissagem no Aeroporto de Sinop (MT).

Suspeita-se que este vôo tenha sido vítima de seqüestro.

Veja o histórico da aeronave:

PT-OGN - CESSNA 208 CARAVAN (00020)

Prefixo Operador DD
-------------- ------------------------------
N806FE FEDERAL EXPRESS
PT-OGN BRASIL CENTRAL 12.1991
-------------- ------------------------------
Obs: A empresa Brasil Central pertence a TAM.

Fonte: ASN

Avião Bandeirantes da TAM cai próximo a Cuiabá causando 6 mortes

O PP-SBJ da TAM no Aeroporto Afonso Pena antes de se acidentar

23 de março de 1993

Um avião Embraer 110C Bandeirante, prefixo PP-SBJ, da Oeste Linhas Aéreas, empresa de táxi aéreo pertencente ao Grupo TAM desde 1982, que saiu do Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Cuiabá (MT) com destino ao Aeroporto de Vilhena, em Rondônia, caiu numa fazenda logo após a decolagem. A possível causa do acidente é atribuída as fortes chuvas que atingiam a região.

Na queda morreram seis pessoas: 2 tripulantes e 4 passageiros.

Fontes: ASN e Flight International - Foto: Helio Bastos Salmon

Avião da TAM derrapa em Congonhas e pega fogo

01 de dezembro de 1992

O Cessna 550 Citation S/II da TAM (Táxi Aéreo Marília), prefixo PT-LKT, derrapou na pista molhada do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, caiu em um declive de 30 metros e pegou fogo em seguida. Os quatro ocupantes saíram ilesos.

Fonte: ASN

Fokker 100 da TAM derrapa para fora do aeroporto de Congonhas

23 de Abril de 1991

O Fokker 100 da TAM, prefixo PT-MRA, derrapou na área de taxiamento do Aeroporto de Congonhas e caiu em direção a movimentada Avenida Washington Luiz. Não houve feridos.

Fonte: Desastres Aéreos - Fotos: Airliners

Fokker da TAM cai sobre automóvel em Bauru (SP) e mata três pessoas

Foto do Fokker 27-200 (PT-LCG) operado pela Brasil Central, empresa da TAM

12 de fevereiro de 1990

Um Fokker 27-200, prefixo PT-LCG, caiu perto do aeroporto de Bauru (SP). Atingiu casas e um carro. Os 36 passageiros e três dos quatro tripulantes sobreviveram.

A motorista do veículo, a engenheira Gisele Marie Savi Pinto, 29 anos e o filho de quatro anos, Guilherme, morreram quando o Fokker 27-500 da TAM esmagou o carro em que estavam.

O avião, que fazia a rota São Paulo-Cuiabá, fez pouso forçado em um terreno vazio, depois de uma tentativa frustrada de pouso no aeroporto de Bauru (345 km de SP).

Ferido, o piloto Paulo Sérgio Espósito morreu alguns dias depois.

Veja o histórico da aeronave:

PT-LCG - FOKKER F-27-200 (10206)

Prefixo Operador DD
-------------- ------------------------------
PH-FDV FOKKER
CR-AIC DETA MOCAMBIQUE AIRLINES 06.08.1962
C9-AIC DETA MOCAMBIQUE AIRLINES
C9-AIC LINHAS AEREAS DE MOCAMBIQUE 14.05.1980
N379SF MANUFACTURERS HANOVER CORP 07.11.1981
PT-LCG BRASIL CENTRAL
PT-LCG VOTEC 07.11.1982
PT-LCG BRASIL CENTRAL 01.08.1986
-------------- ------------------------------

Fonte: ASN - Foto: Planepictures

Avião da TAM derrapa na decolagem em pista molhada e pára no mar

06 de setembro de 1988

Um avião Cessna 550 Citation S/II da TAM - Táxi Aéreo Marília, prefixo PT-LGJ, ao decolar no Aeroporto Santos Dumont, no Rio, derrapou na pista molhada, saiu da pista e foi parar no mar ao lado do aeroporto. Os sete ocupantes nada sofreram.

Fonte: ASN

Avião da TAM cai em Macaé (RJ). Os 18 ocupantes morrem.

Na foto, o Bandeirante ainda operava para a VASP, que posteriormente passou a ser operado pela TAM em 1976

28 de junho de 1984

O Bandeirante da TAM, prefixo PP-SBC, arrendado da TAM para um vôo charter para a Petrobrás, 21 minutos após decolar do aeroporto do Galeão, no Rio, aproximava-se de São Pedro da Aldeia, no Rio de Janeiro, com chuva, quando a tripulação abandonou o plano de vôo por instrumentos e prosseguiu em condições visuais. Acabou chocando-se contra um morro vitimando todos os 18 ocupantes.

A TAM credita o acidente a erro do piloto, mas a versão é contestada pelo Sindicato dos Aeronautas, que denuncia ter havido uma pane no avião. Três meses depois, a viúva do piloto encontrou um bilhete numa bolsa do marido, no qual ele apontava irregularidades na segurança dos aviões da empresa.

Veja o histórico da aeronave:

PP-SBC - EMBRAER EMB-110C (013)

Prefixo Operador DD
-------------- ------------------------------
PP-SBC VASP 12.12.1973
PP-SBC TAM 27.05.1976
-------------- ------------------------------

Fonte: ASN - Foto: JetSite

Sete pessoas morrem na queda de um Bandeirante em Araçatuba (SP)

O Bandeirante prefixo PP-SBH ainda nas cores da Vasp de quem foi comprado em 1976

07 de outubro de 1983
Após duas tentativas perdidas de aproximação ao aeroporto de Araçatuba, a tripulação decidiu tentar uma aproximação em condições visuais e acabou colidindo com o terreno, em curva, já próximo da cabeceira da pista. Sete pessoas morreram.

Veja o histórico da aeronave:

PP-SBH - EMBRAER EMB-110C (026)
Prefixo Operador DD
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PP-SBH VASP 16.09.1974
PP-SBH TAM 09.12.1976
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Fonte: ASN - Foto: JetSite

Fokker 27 da TAM se acidenta em São Paulo

O Fokker 27 - PT-LAG em Congonhas antes do acidente

13 de março de 1983

Um avião Fokker 27 Mk 200 da TAM acidentou-se em São Paulo, SP, sem deixar vítimas.

Veja o histórico da aeronave:

PT-LAG - FOKKER F-27-200 - (10197)

Prefixo Operador DD
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PH-FDM FOKKER
JA8607 ALL NIPPON AIRWAYS 16.03.1962
PK-PFT PERTAMINA 31.10.1971
PK-PFT PELITA AIR SERVICE 01.11.1971
PH-FDM PELITA AIR SERVICE
PH-FDM FOKKER 05.02.1980
PT-LAG TAM 1980
PT-LAG JET SUL TAXI AEREO 2000
PT-LAG TAVAJ LINHAS AEREAS 10.2000

Fonte: Site Desastres Aéreos

Learjet cai em Rio Branco (AC). Os dez ocupantes morrem.

03 de setembro de 1982

Um Learjet da TAM - a serviço da Eletronorte - caiu em Rio Branco (AC) quando o piloto tentava fazer um pouso de emergência. Os dez ocupantes morreram. As investigações apontam para falha humana, pois o Comandante recebeu informações erradas no momento da aterrissagem.

Fontes: Folha Online e Terra

Avião da TAM derrapa na pista e cai em vala em Uberaba

24 de maio de 1982

O avião prefixo PT-KZI da TAM, um Learjet 25B, derrapou na pista do Aeroporto de Uberaba, em Minas Gerais, parando dentro de uma vala. A causa do acidente foi um defeito nos freios e no reverso do aparelho. Os dez ocupantes saíram com vida.

Fonte: ASN - Outras fontes indicam a data: 16/05/1982

Avião Bandeirante cai matando os 18 ocupantes em Bauru (SP)

A aeronave do acidente. Na foto com o logo da VASP. Foi adquirida pela TAM em 1976.

08 de fevereiro de 1979

Um avião Bandeirante, prefixo PP-SBB, da TAM, logo após a decolagem de Bauru, sofre acidente. O estabilizador horizontal desprendeu-se e a tripulação não pode controlar o aparelho que acabou batendo em árvores e explodindo, matando os dois tripulantes e dezesseis passageiros.

Veja o histórico da aeronave:

PP-SBB - EMBRAER EMB-110C (010)

Prefixo Operador DD
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PP-SBB VASP 02.11.1973
PP-SBB TAM 27.05.1976
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Fonte: ASN - Foto: PlanePictures